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Budismo Tibetano

Após aprofundar estudos nos Mosteiros de Nepal, Lama Zopa Norbu
abre as portas do Jardim do Dharma,oferecendo ensinamentos sobre a meditação

O Lama Zopa Norbu,
que tem sua base de atuação no Jardim do Dharma (http://jardimdharma.org.br)
em São Paulo, não abre mão de manter uma estreita relação com os mestres de Dharma
que moram tanto na Europa quanto na região do Himalaia. Recentemente, acabou de participar de mais um retiro com
o renomado mestre Sangye Nhyengpa Rimpoche, no Nepal.

Um dos poucos mestres vivos que detem as mais profundas técnicas esotéricas do Budismo Tibetano, sobretudo da linhagem Kagyupa, Sangye se dedica constantemente ao cultivo da meditação, da obtenção e manutenção de energia e, claro, ao desabrochar da compaixão, ponto principal dos processos meditativos.

Neste contexto, o Lama Zopa Norbu também imprime aos seus discípulos do Brasil uma receita idêntica da recebida pelo seu mestre. E desta última viagem, Norbu trouxe na bagagem a celebração de um acordo para a vinda ao Brasil de integrantes do mosteiros de Nepal, que irão compartilhar com os alunos tupiniquins os rituais do Budismo Vajrayana.

De acordo com o Lama Zopa, o mais importante para o ensino do dharma é ter o contato real, não imaginário, com o mestre e a linhagem pura. “Se não houver esta linhagem e nem este contato com o mestre vivo, os ensinamentos em breve tempo começam a se deturpar, já que o professor ao não ser uma pessoa iluminada, começa a misturar suas próprias neuroses com os ensinamentos fazendo muito mal aos seus alunos”, alerta Zopa Norbu.

E essa abordagem de integração entre mestre e discípulo faz Norbu ter uma visão que não tem como foco principal a expansão das atividades do Jardim do Dharma, em forma de “filiais”. “Eu acredito mais no treinamento individual e no auto-aperfeiçoamento, não sou expansionista”, diz. “Minha linhagem é de mestres de meditação e de yogues solitários. Não acredito e desestimulo meus alunos a se misturarem com política, comércio, ou qualquer coisa que não seja o dharma”, aconselha o Lama.

O objetivo de todo esse cuidado que o Jardim do Dharma tem no trato da relação mestre/discípulo, de acordo com o Lama, é transformar o aluno para que este possa beneficiar a todos os seres, a começar pelos membros de sua própria família e trabalho. “Se ele não fizer isto, a sua prática do dharma é pura ilusão”, diz.

Rituais
O Lama Zopa Norbu faz questão de lembrar que o ritual no budismo é uma forma de prover as circunstâncias para que nossos potenciais e nosso karma positivo amadureçam.
Dessa forma, mestres como Sangye Nhyengpa Rimpoche, que está diretamente ligado ao Jardim do Dharma, dá uma importância extraordinária ao aprendizado do ritual como peça fundamental para o desenvolvimento interno. “Se não plantamos boas sementes na terra de nosso continuum mental, nada crescerá ainda que todos os dias possamos regar esta terra”, ensina o Lama Zopa Norbu, para emendar que da mesma forma, “se não plantamos boas sementes karmicas de êxito em nosso comportamento, a cerimônia em si mesma não terá nenhum poder de transformar a nossa vida”.

Zopa Norbu diz que quando combinamos a conduta ética com os rituais tradicionais, então chegamos à fórmula correta para ter êxito tanto no campo espiritual como na vida cotidiana.
“Nada há de superstição neste enfoque. Aprender corretamente os rituais Vajrayana e a utilização dos seus instrumentos  assim como o treino da meditação silenciosa, é peça fundamental para que possamos transformar nossa vida e nossa psique para o beneficio de todos os seres sencientes”, finaliza Norbu.

Para mais informações:
email: secretaria@jardimdharma.org.br     Tel: 3884-8943/ 4704 6578

 

 
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